terça-feira, outubro 04, 2011

  • Angell
  • Plantar O Amor


    Plantar o amor...

    Tudo o que é vivo tem que nascer, crescer e fortificar-se. Não existe uma geração espontania seja do que for.

    Claro que eu acredito que o amor à primeira vista possa acontecer; mas para seguir em frente e sobreviver tem que receber igualmente cuidados.

    O amor é como uma planta cuja semente vai germinando. Passa muito para além do encantamento e das palavras doces. Pode aflorar uma mera paixão ou então transforma-se numa verdadeira e sincera borboleta do amor. Que do seu casulo ganha asas para arrepiar o seu caminho. Certas vezes até, fica a amizade. Sentimento que deve ser o primeiro a nascer entre duas pessoas que se sentem interessadas em se conhecerem. Conversar muito e de tudo um pouco é fundamental. Não só dos livros, das músicas e dos filmes. Dizer de si e escutar o outro. Saber o que vai por dentro da alma e do coração. Conhecer ambas as histórias de vida. Sem ter receio de falar mais de si, nem esconder ou omitir o que é importante. O amor também é calmia e não nasce, nem cresce num só dia. Há tempo de se tornar revolto e intempestivo num mar de quereres.

    Sim, sou uma romântica incurável. Acredito no amor e sou persistente o suficiente para que assim seja. Acho apenas que os castelos na areia se desfazem e que os fortes de pedra são bases a seguir para o amor vingar, crescer, ser cuidado, como uma velha árvore centenária.

    Há que construir uma fortaleza, não uma tenda. Desculpem a comparação. Quem tem sentimentos sinceros e que tem bom intimo; sabe muito bem do que falo. Para quem a vida é uma festa e que vive como se não houvesse amanhã; espero que ainda vá a tempo de se encontrar, bem como o amor com tudo o que de bom e menos bom nos tem para ofertar. Sim, porque há momentos de cardos e prosas; mas também de poemas e rosas.

    Façam o favor de serem felizes.



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